Os investigadores do grupo de pesquisa da Philips desenvolveram um módulo de OLEDs que pode ser alimentado directamente pela tensão da rede eléctrica. O protótipo é inovador na medida em que dispensa a utilização de conversores de tensão, que constituem uma dificuldade, tanto no desenho das luminárias, como no custo dos projectos.
Tal como os LEDs, os OLEDs são dispositivos de estado sólido que emitem luz de modo bastante eficiente. Os LEDs emitem luz com elevado brilho num ponto compacto, enquanto os OLEDs são capazes de se iluminarem por uma área extensa. Por isso, a iluminação produzida por OLEDs é mais difusa, tornando-se menos desconfortável que a luz emitida pelos LEDs. Esta característica diferenciadora possibilita também que possam ser produzidos com variadas formas e tamanhos.
A sua intensidade luminosa pode ser completamente controlada e podem também ser produzidos com diferentes tons de iluminação, por exemplo, com uma temperatura de cor semelhante às lâmpadas de filamento a que estávamos habituados.
Até agora a utilização e OLEDs só era possível recorrendo a conversores de tensão, com circuitos mais ou menos complexos. A tecnologia desenvolvida pela Philips vem permitir a utilização de OLEDs alimentados directamente pela rede eléctrica, sem passar por qualquer tipo de conversão. Esta inovação vem facilitar o desenho de luminárias, possibilitando novas soluções de design, e também reduzir o custo de fabrico, por dispensar circuitos externos.
Imagem: Philips
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