Numa altura em que a sofisticação tecnológica permite banalizar dispositivos tão avançados como o raio laser, parece antiquado falar em catapultas. Mas talvez não seja tão absurdo como o leitor possa pensar.
Muitas competições de robôs, pelo mundo fora, evoluíram no sentido de terem sido criadas provas que requerem a captura de bolas (de diferentes formatos, conforme a competição), e a sua projecção num alvo ou receptáculo, localizado frequentemente a distâncias consideráveis do seu pequeno robô.